6.11.07

Tempo


Tudo é relativo. O tempo que dura, muito depende de que lado da porta do banheiro você está.

Leite Aditivado

Fonte: Chapolas.com

Viagem de cão

Paranóia


- Só porque você é paranóico, não significa que não o estejam perseguindo.

Casamento...

- É claro que uma relação platônica é possível, mas só entre marido e mulher.

O Malamem

Na escola a professora pergunta para mariazinha:
Mariazinha do que vc mais tem medo?
De mula sem cabeça professora.
Issso não existe, é apenas lenda.

E vc pedrinho?
De Saci Pererê professora.
Isso não existe é apenas lenda.

E vc Joãozinho, do que mais tem medo?
De Malamen professora.
Malamen??? Oque é o malamen?
Não sei não, mas deve ser um sujeito muito mal, pois a minha Mãe toda noite reza bastante e no final ela fala assim: LIVRAI-NOS DO MALAMEM

Fernando Deluqui

Tive a honra de colocar uma das minhas letras: "Melhor Assim" nesse disco - música de Edson Carvalho. Não só porque é um puta artista, também porque é um grande cara: dos bons.

DeluxLançamento
Ref. 81026 - Categoria brazilmúsica!
Com mais de duas décadas de estrada, Fernando Deluqui já vivenciou praticamente todos estágios do rock’n’roll (sucessos, boas ou baixas vendagens e turnês). Melhor de tudo, a principal lição foi aprendida: seguir em frente com coerência, seja com o RPM, com os Engenheiros do Hawaii ou em carreira solo.
“Delux” é o seu primeiro disco solo, no qual ele mostra sua veia de cantor. “Melhor Assim”, tem a missão de abrir o disco. “Dê” vem em seguida com letra, ritmo e melodia irresistíveis. Segue com “Exército da Paz” e “Explode o Amor”, escritas por Deluqui. O disco traz ainda outras composições do guitarrista com parceiros como Tata Aeroplano, Luiz Schiavon, ex-RPM, e Humberto Gessinger, do Engenheiros do Hawaii. Das 14 faixas, dez levam sua assinatura, assim como a produção do disco.
1. Melhor Assim
2. Dê
3. Exército da Paz
4. Explode o Amor
5. Quem Vai Mudar?
6. Desesperadamente
7. Chuva
8. Quem É Você?
9. Porão
10. Nossa Porta Aberta
11. O Vagabundo
12. Na Onda Certa
13. Feiticeira
14. Circo

5.11.07

Qual é a maior temperatura que o corpo pode agüentar?


Ingrid Tavares

Sir Charles Blagden, um médico inglês do século 18, tentou responder na raça. Ele entrou num cômodo aquecido a 105°C com um cachorro, alguns ovos e um bife cru. Em 15 minutos, ele e seu melhor amigo saíram intactos, e com o almoço quase pronto: os ovos ficaram cozidos e o bife, bem passado. Testes mais recentes mostraram que dá para agüentar temperaturas de até 127°C por 20 minutos. E até você já deve ter chegado perto disso: numa sauna seca, por exemplo, o termômetro bate nos 90°C. A gente agüenta o tranco por causa do suor. Ele rouba calor do corpo quando evapora - a água usa energia para acelerar suas moléculas até que elas "pulem" para o ar em estado gasoso. E essa energia sai do calor da pele, que dá uma esfriada. Desse jeito o corpo consegue manter os órgãos na saudável faixa dos 37°C. A morte por insolação, aliás, chega quando a temperatura lá dentro passa dos 42°C. E ela pode vir mais rápido quando a umidade do ar está alta. Quando isso acontece, a maior parte do suor não encontra "espaço" para evaporar. E perde o efeito refrescante. Com a umidade acima de 75%, uma temperatura de 50°C beira o insuportável. Dentro de uma banheira é pior ainda: o efeito do suor é zero. Quem ficar mais de 3 minutos com a água a uns 45°C, vai sair do ofurô com tanta saúde quanto os ovos de sir Blagden.

Fonte: SuperInteressante

O que fazer com nossos presos?



Mesmo lotadas, violentas e com pouca chance de regenerar os criminosos, as prisões ainda são a principal punição em todo o mundo. Existe solução para elas?
Mariana Iwakura e Rafael Kenski

Você acorda e puxa um pequeno computador acoplado à cama. Lá estão sugestões de coisas para fazer ao longo do dia - esportes, atividades educativas ou de lazer, cozinhar -, a serem escolhidas com um clique na tela. Daí é só sair do quarto e pôr a mão na massa. Ao longo do dia, uma pulseira transmitirá por rádio sua posição para que profissionais monitorem suas tarefas. Siga os programas à risca e receberá no dia seguinte opções melhores na sua telinha: mais tempo para visitas, assistir à TV ou fazer ligações telefônicas. Tudo isso vigiado por câmeras equipadas com softwares capazes de reconhecer emoções, garantia de que você não terá momentos de estresse, como brigas e discussões.

Tudo o que se precisa fazer para ir para esse lugar é cometer um pequeno crime na Holanda. Trata-se da penitenciária de Lelystad que recebeu apelidos como "big brother" e "albergue da juventude". Construída com tecnologias de ponta para garantir o controle sobre os detentos, oferecer alternativas de tarefas e cortar custos com carcereiros, ela pareceu para muitos um excesso de luxo para infratores. Mas, na verdade, Lelystad está a meio caminho no espectro de idéias sobre o que devemos fazer com os presos.

Continue...

Doutores da agonia

Eles utilizaram humanos como cobaias de pesquisas macabras. Agora estudos dizem que essas experiências guardam informações valiosas para a humanidade
Rodrigo Rezende, da Alemanha

"Camarada, por favor, peça ao oficial que acabe conosco com uma bala", suplicou o soldado russo. Depois de 3 horas dentro de um tanque de água gelada, ele já não suportava mais a sensação de congelamento no corpo. "Não espere compaixão daquele cão fascista", respondeu o colega que dividia o tanque com ele. Quando o cientista responsável pelo experimento descobriu o significado das palavras de suas cobaias, retirou-se para o escritório. Voltou com um revólver na mão. Não para atender ao pedido do soldado, mas para ameaçar seus assistentes na experiência. "Não se intrometam. Nem se aproximem deles!" Passaram-se mais duas horas de agonia antes que o alívio da morte chegasse para os russos. Assim como eles, pelos menos outros 300 prisioneiros dos nazistas foram usados em experimentos destinados a entender os efeitos do frio no corpo humano - a hiportermia. A maioria não teve a sorte de um final rápido. Ao chegarem ao limite entre a vida e a morte, eram reanimados e expostos novamente a temperaturas baixas.

As descrições acima são apenas um exemplo de como alguns cientistas alemães se adaptaram ao ideário nazista sob o governo de Adolf Hitler. E não deixam qualquer dúvida de que, eticamente, a ciência produzida na Alemanha entre as décadas de 1930 e 1940 foi repugnante. Os experimentos causaram dor, humilhação e mortes terríveis às pessoas confinadas em campos de concentração - fossem elas judias, ciganas, homossexuais ou qualquer tipo de inimigo do regime. Acontece que os responsáveis por essas "pesquisas" podiam ser sádicos, mas não eram leigos. Pelo contrário. Muitos foram formados nas escolas mais tradicionais do planeta - antes da chegada dos nazistas ao poder, a Alemanha era um dos líderes mundiais em inovação científica. Metódicos como só pesquisadores alemães podem ser, eles sistematizaram as experiências, coletaram dados, chegaram a conclusões. E geraram informações que, além de inéditas na época, nunca mais foram reproduzidas em testes sérios - afinal de contas, e ainda bem, não é todo dia que aparece alguém propondo jogar ácido na pele de um ser humano para entender como nosso corpo reage à substância... (Matéria completa no SuperInteressante)

Bichos de espécies diferentes podem ter filhos?



Bruno Vieira Feijó

"Claro, né? A mula que eu tenho aqui no quintal tá de prova...", diria o leitor amante do híbrido de égua com jumento. Mas não é só mula que sai desse tipo de affair. Um dos exemplos mais bacanas é o liger, que detém o título de maior felino do mundo. Ele é filho de leão com tigresa (lion + tiger). A união deixa os hormônios de crescimento do animal fora de controle, ele fica 30% maior que o pai e a mãe, chegando a mastodônticos 3,5 metros de comprimento e meia tonelada de peso. Também existe o tigon (filho de tigre com leoa), pouco menor que o primo. Todos os machos desses animais são estéreis. Já as fêmeas não: parte delas pode, sim, ter filhos. Mas se elas podem, por que as mulas não? Está errado: "Desde 1527, a literatura científica também descreve mais de 60 mulas que tiveram crias quando cruzadas com cavalos ou jumentos", diz o biólogo Octavio Pavan, da Unicamp. Membros do genêro Canis (cachorros, lobos, coiotes e chacais) também podem cruzar e ter filhotes férteis. Orcas com golfinhos, o bisão americano com a vaca e chipanzés com babuínos também. Mas, se é assim, onde vai parar a idéia de espécie? Afinal, a gente diz que dois bichos são da mesma espécie justamente quando eles podem gerar filhotes férteis. Bom, o fato é que esses casos são raros, nunca acontecem em ambiente natural, só em cativeiro. Segundo os biólogos, então, esses "bebês de Rosemary" do mundo animal não abalam o conceito de espécie.

SUPERINTERESSANTE

AMARULA